GUSTAVO BOLEIRO: Quem sou eu?

Se você caiu aqui de paraquedas e leu algum artigo ou viu algum vídeo meu, talvez você esteja curioso pra conhecer um pouquinho mais de mim. Bom, eu sou o Gustavo Boleiro (Boleiro é apelido, não é sobrenome. É porque eu quase fui profissional de futebol, mas isso eu conto em outro momento) e sou comediante stand-up desde 2009.

Antes disso, me formei em Jornalismo pela Unesp, em Bauru. Mas aí, no 3° da faculdade, comecei a me interessar pela comédia e achar o jornalismo um pouco sério demais pra mim. Ficar engravatado, atrás de uma bancada… não, não, to de boa. E como faltava só um ano pra acabar a faculdade e as festas eram boas, eu acabei continuando até me formar (prioridades, né, galera, hahah)

Enfim, após o fim da faculdade, estava começando a fazer meus primeiros shows de stand-up (sem ganhar nada, claro, iniciantes só ganham mesmo experiência) e decidi me especializar mais. Fui atrás de cursos e me formei em Arte Dramática no Senac. E, ao mesmo tempo, (um curso era de manhã, outro à tarde) me formei em Humor, na SP Escola de Teatro. E sim, existe um curso de Humor. E não, ele não te ensina a contar piadas do Ary Toledo. Na verdade, o curso de humor é basicamente um curso de artes cênicas focado apenas em cenas cômicas. A gente aprende técnicas como palhaço, bufão, improviso teatral, trabalho corporal, disponibilidade em cena, aceitação, enfim…

COMO FOI SEU PRIMEIRO SHOW?

O nome do bar era “Bar do Fim do Mundo”. E a noite se chamava “Standupocalipse”. Uma semana antes do meu primeiro open mic (é como chamamos o show de um iniciante, porque é como se o elenco do show “abrisse o microfone” para alguém que está começando), eu saí de Bauru, viajei 4 horas de carro, apenas para ir assistir ao show e entregar ao produtor um CD com um vídeo gravado meu fazendo stand-up em frente à camêra, no meu quarto. Tudo isso porque ainda não era comum enviarmos vídeo online. Sim, eu sou velho. Mas prefiro chamar de “experiente”.

Voltando a minha saga… Fui pra São Paulo pra ver o show. Era uma quinta-feira. Caiu o mundo em São Paulo, choveu o dia todo. Na hora do show, quando cheguei, estavam lá apenas o produtor, o elenco e Deus. NENHUMA alma viva na plateia. Nada. E o produtor me disse: “Venha aí pra fazer seu show na semana que vem. Acho que vai ser melhor.” E eu pensei “Pior não há de ser, né”.

Aí, na semana seguinte, fui e fiz o show. Tinha só 12 pessoas. Ou seja, eu tinha APENAS 12 chances de que pelo menos uma pessoa achasse engraçado. Pra minha sorte, tinham 2 velhinhas que riam de TUDO. E isso fez o show ser muito gostoso.

EVOLUÇÃO

Após alguns anos fazendo shows em bares e teatros, eu percebi que precisa me especializar em algum nicho. Como eu tenho facilidade em fazer textos mais elaborados, que precisa pensar mais pra entender a piada e também prefiro piadas limpas (sem palavrão), achei que o nicho corporativo era o ideal. Desde então, venho me especializando na área. Tenho texto criados já sobre temas como: Atendimento, Vendas, Comunicação, Proatividade, Segurança do Trabalho, enfim… Veja alguns desses vídeos, clicando nos links em cima de cada palavra.

ALÉM DOS STAND-UPS CORPORATIVOS, O QUE MAIS VOCÊ FAZ?

Também sou ator e faço propagandas de TV para grandes marcas. Já fiz para Claro, Heinz, Renault, Nissim, Globo.com, etc.

Fiz também campanhas para o Detran (Foca no Trânsito). Aliás, foi a primeira vez que ganhei dinheiro do Detran, em vez de perder, levando multa. E acho que pra igualar o valor que já gastei com multa, eu precisaria fazer umas 30 propagandas. Hehehe

Outra campanha interessante que fiz foi do “Homem-Camisinha” do Carnaval.

Todos os meus comerciais de TV você pode ver clicando AQUI

E SHOW EM GRUPO, CIA. DE TEATRO, VOCÊ JÁ FEZ PARTE?

Sim, eu tinha um grupo de improviso chamado Quebra Cabeça. Ficamos quase 2 anos em cartaz toda semana. Era um show com jogos de improviso. A plateia dava o tema e nós criávamos a cena na hora. Cada espetáculo era 100% inédito. Veja vídeos AQUI

E talvez você esteja curioso, pensando: “Se é improviso, vocês não ensaiam. Certo?” Bom, mais ou menos. Na verdade, nós não chamamos de ensaio, é um treino. Treinamos os fundamentos do improviso: escuta, aceitação, plataforma, construção de personagens, trabalho corporal, etc. É como futebol. Você não ensaia porque não consegue combinar nada com o adversário, mas você treina os fundamentos. É o mesmo na impro.

PANDEMIA

No momento em que estou escrevendo esse texto, estamos em 21 de agosto de 2020. Faz 5 meses que estamos em quarentena, praticamente. No começo, eu pensei: “Ferrou. Os eventos são presenciais, vou ficar sem trabalho.” E no caso de shows em bares e teatros realmente eu estava certo. Haha Mas os eventos se reinventaram, começaram a surgir muitos eventos online e, além disso, foram criados os shows em drive-in. Agora, algumas coisas estão reabrindo, mas tudo ainda muito embrionário.

FUTURO

Sou otimista. Acredito que vamos ter uma abertura de mercado. Os produtores de eventos corporativos terão a possibilidade de organizar um evento online ou presencial, ou seja, teremos duas opções em vez de uma, como era antes da pandemia.

VENDENDO MEU PEIXE:

Bom, se você chegou aqui acredito que você já saiba que eu sou o humorista Gustavo Boleiro. Sou comediante stand-up há 10 anos e especializado em eventos corporativos (sem palavrão). Faço Mestre de Cerimônias/Apresentador de eventos, stand-up corporativo e através dos jogos de improviso interativos (mesmo online), tenho feito esse trabalho de manter as equipes engajadas e motivadas com o humor.

Além disso, trabalho com criação de roteiro personalizado para a sua empresa, o que torna cada apresentação única e especial.

Ideal para: Confraternização de fim de ano, convenção de vendas, semana SIPAT, etc.

Veja meus vídeos neste site mesmo www.gustavoboleiro.com.br, na seção… adivinha… “Vídeos”. Loucura, né?! Haha

Para me contratar, entre em contato pelo e-mail: contato@gustavoboleiro.com.br ou pelo whats: (11) 959138677.

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🤔 Quero contratar, mas nunca trabalhei com Stand Up Comedy, por onde começar?

👉 Para começar é necessário saber as respostas das seguintes perguntas:

Qual a duração?

Trabalhamos com apresentações de 10 a 70 minutos, entretanto, segue abaixo o recomendado.

Almoço/Jantar/Happy Hour/Comemorações: 20 a 30 minutos. Por que? O foco será outro e o show um plus, por isso, não é recomendado exagerar na duração para não cansar a platéia.

Evento Corporativo:  30 a 40 minutos. Por quê? Geralmente eventos corporativos são mesclados com premiações e palestras.

Mestre de Cerimônias: Diversas pequenas entradas, com apresentações curtas entre cada palestra ou atração. Indicado: abertura de 15 minutos+ entradas de 3 a 5 minutos, no máximo.

Antes do show, o que é necessário fazer?

É necessário que alguém da organização suba ao palco e explique à plateia o que irá acontecer e leia um breve currículo do comediante para chamá-lo ao palco

Obs: o ideal é que o público JÁ saiba (por divulgações anteriores) que irá rolar um show de humor naquele dia. É melhor que não seja surpresa.

Qual o local ideal? E como devo organizar as cadeiras?

O local mais indicado para o show é um teatro ou anfiteatro. Mas, obviamente, é possível fazer em outros locais, como salões de festas, salas de reunião, buffets, etc. Porém quanto mais parecido com um teatro o local for adaptado, melhor. Ex: plateia toda escura, palco iluminado pelo foco de luz, cadeiras BEM próximas do palco e direcionadas a ele (nenhuma cadeira de costas pro palco).

Do que eu preciso? Qual a estrutura geral necessária? (Todas por conta do contratante)

- Um palco com, no mínimo, 3x2 metros com 40 cm de altura;

- Iluminação de palco com 2 refletores (elipsoidal);

- Dois microfones com ou sem fio e um pedestal girafa (Shure ou Similar);

- Uma banqueta de bistrô

- 2 Caixas de som

E o som?

As caixas de som precisam ser compatíveis com o tamanho do ambiente. Marcas boas: Electro Voice, Yamaha, Antera.

E a luz?

O mais indicado é um canhão de luz. Indicamos um PC ou Fresnel de 1.000 watts, que deve ser colocado de frente ao comediante, colocado na altura do olho (no fundo do local, máximo 20m do palco).

Importante: as luzes vindas de baixo ou dos lados geram sombras no rosto e não geram a iluminação total do artista. Portanto, não são indicadas.


O evento não é em São Paulo. Tem problema?

Não! Entretanto, todos os custos com relação a passagens aéreas, transporte, alimentação e hospedagem será por conta do contratante e nunca do contratado.


Qual a forma de pagamento padrão?

50% no ato da assinatura de contrato;

50% em até 7 dias úteis anteriores ao evento


Emite nota fiscal?

Sim